别名
Vinicius de MoraesВинисиус ди МорайсВінісіус ді МорайсМораишВинисиуш деויניסיוס דה מוראיסفينيسيوس دجى مورايزفينيسيوس دجي مورايزوینیسیوس دی مورائسவினிசியசு டி மோரேசுวีนีซีอุช จี โมไรช์ヴィニシウス・ヂ・モライス維尼修斯·德·莫拉埃斯维尼修斯·德·莫拉埃斯費尼希斯·迪·摩賴斯费尼希邬斯·迪摩赖斯비니시우스 지 모라이스
+Brazilian composer, singer, writer![]()
Marcus Vinícius da Cruz e Mello Moraes, also known as Vinícius de Moraes and nicknamed O Poetinha, was a Brazilian poet, lyricist, essayist, and playwright. Along with frequent collaborator Antônio Carlos Jobim, his lyrics and compositions were part of the birth of bossa nova music. He recorded several albums and also served as a diplomat.
https://en.wikipedia.org/wiki/Vinicius_de_Moraes- Nessa sala perdida na Inglaterra…Oxford
- O corpo da amiga na sombra é um mistério de Deus…O corpo da amiga na
- A impossível partidaComo poderte penetra
- O corta-jacaRattus rattus rattus
- Eu nasci marcado pela paixãoEu nasci marcado pel
- CopacabanaEsta é Copacabana am
- Quatro sonetos de meditaçãoI
- Soneto da desesperançaDe não poder viver s
- A casaEra uma casa
- O peixe espadaQuando um peixeespad
- Lamento ouvido não sei ondeMinha mãe toma cuida
- Aurora, com movimentoPosto 3
- Elegia de TaorminaTaormina
- Soneto da rosa tardiaComo uma jovem rosa
- Desde sempreNa minha frente no c
- Sinto-me só como um seixo de praiaSintome só como um s
- Elegia na morte de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, poeta e CidadãoA morte chegou pelo
- TardeNa hora dolorosa e r
- O Morro do CasteloA lira que não escre
- Soneto de carnavalDistante o meu amor
- Soneto de agostoTu me levaste eu fui
- Poema enjoadinhoFilhos Filhos
- Soneto sentimental à cidade de São PauloÓ cidade tão lírica
- VazioA noite é como um ol
- MormaçoNo silêncio morno da
- Carta do ausenteMeus amigos se duran
- A brusca poesia da mulher amadaLonge dos pescadores
- Poema para Gilberto AmadoO homem que pensa
- A perdida esperançaParis
- AlbaAlba no canteiro dos
- AnfiguriAquilo que eu ouso
- O assassinoMeninas de colégio
- Exumação de Mário de AndradeNo 17 ano da sua mor
- A que há de virAquela que dormirá c
- Menino morto pelas ladeiras de Ouro PretoHoje a pátina do tem
- Balada da moça do MiramarSilêncio da madrugad
- A anunciaçãoMontevidéu
- Soneto ao cajuHollywood
- Velha históriaDepois de atravessar
- E depois tem a questão de ter paciência…E depois tem a quest
- Soneto do amor como um rioEste infinito amor d
- TernuraEu te peço perdão po
- A ponte de Van GoghItatiaia
- Eu venho te trazer esta mulher…Eu venho te trazer e
- AusênciaEu deixarei que morr
- Soneto de carta e mensagemSim depois de tanto
- Esta manhã a casa madruguei…Esta manhã a casa ma
- O operário em construçãoE o Diabo levandoo a
- Poema para Candinho Portinari em sua morte cheia de azuis e rosasPetrópolis
- Meu coração se perde de carinho…Meu coração se perde
- O haverResta acima de tudo
- Elegia quase uma odeMeu sonho eu te perd
- MárioEntre meditabundo e
- A bomba atômica Ie mc2
- CançõesSoneto de fidelidade
- Desert Hot SpringsNa piscina pública d
- Conjugação da AusenteForam precisos mais
- Soneto de despedidaUma lua no céu apare
- Uma mulher no meio do marSobre um desenho ori
- São FranciscoLá vai São Francisco
- Bem pobre sou, ó homem de Deus, herói, mártir, santo…Bem pobre sou ó home
- A morte do pintainhoQuem matou o pintain
- O bom ladrãoSão horas inclina o
- EstudoMeu sonho o mais car
- Soneto do maior amorMaior amor nem mais
- O tempo nos parquesO tempo nos parques
- Soneto da IlhaQuarta feira de cinz
- Versos soltos no mar1
- Valsa à mulher do povoOferenda
- Ele é o mundo extremo de beleza…Ele é o mundo extrem
- Soneto do breve momentoBelo Horizonte
- O pinguimBom dia pinguim
- Soneto da rosaMais um ano na estra
- O mal de NavaMeu Deus que tédio
- P(B)A(O)IRio de Janeiro
- No momento que a morte me viu…No momento que a mor
- IntrospecçãoNuvens lentas passav
- Soneto de inspiraçãoNão te amo como uma
- Os malditosA aparição do poeta
- Lisboa tem terremoto…Lisboa tem terremoto
- Balada ferozCanta uma esperança
- O peruGlu Glu Glu
- Soneto de OxfordOh partir pela noite
- O anjo das pernas tortasA Flávio Porto
- Soneto de fidelidadeDe tudo ao meu amor
- O filho do homemO mundo parou
- O namorado das ruasEu sou doido por Ali
- Soneto de separaçãoDe repente do riso f
- Soneto do gato mortoUm gato vivo é qualq
- Tanguinho macabroMaricota sai da chuv
- Soneto de um casamentoNa sala de luz lívid
- Ilha do GovernadorEsse ruído dentro do
- BarcarolaPartime trágico ao m
- O maestro Villa-Lobos fixa-se na eternidadeNa verdade Mestre nã
- A última parábolaNo céu um dia eu vi
- Sinos de OxfordCantai sinos sinos
- A ausenteAmiga infinitamente
- Retrato, à sua maneiraMagro entre pedras
- O incriadoDistantes estão os c
- O poeta e a luaEm meio a um cristal
- Ela entrou como um pássaro no museu de memórias…Ela entrou como um p
- MarinaLembraste das pescar
- PaisagemSubi a alta colina
- Os inconsoláveisDesesperados vamos p
- Pôr-do-sol em ItatiaiaNascentes efêmeras
- Poesia 1Elegia desesperada
- OtávioTorce a boca olha as
- A volta da mulher morenaMeus amigos meus irm
- A última elegia (V)O ROOFS OF CHELSEA
- Poema desentranhado da história dos particípiosDo urianismo dos ver
- O único caminhoNo tempo em que o Es
- Variações sobre o tema da essênciaTrês movimentos em b
- Ariana, a mulherQuando aquela noite
- O poeta aprendizEle era um menino
- EpitalâmioEsta manhã a casa ma
- O dia da criaçãoMacho e fêmea os cri
- VigíliaEu às vezes acordo e
- Soneto de contriçãoEu te amo Maria eu t
- Blues para Emmet Louis TillO negrinho americano
- Soneto de devoçãoEssa mulher que se a
- Uiaras, na montanha, ao sol,…Uiaras na montanha a
- Notícia d’O SéculoNas terras do Geraz
- A manhã do mortoO poeta na noite de
- A noite gargalha… os grilos…A noite gargalha os
- SolilóquioTalvez os imensos li
- Soneto a Lasar SegallDe inescrutavelmente
- A estrela polarEu vi a estrela pola
- Poema nº três em busca da essênciaDo amor como do frut
- Poética ( II )Com as lágrimas do t
- CançãoNão leves nunca de m
- Amigo Di Cavalcanti…São Paulo nos 66 ano
- O eleitoItatiaia
- Rua da amarguraA minha rua é longa
- Minha mãeMinha mãe minha mãe
- Elegia de ParisMaintenant jai trop
- Balada dos mortos dos campos de concentraçãoCadáveres de Nordhau
- A peraComo de cera
- O terceiro filhoEm busca dos irmãos
- Praia do PintoAo pé da praia do Pi
- O patoLá vem o pato
- A vã perguntaEsta jovem pensativa
- VelhiceVirá o dia em que eu
- Santa Maria tem terras…Santa Maria tem terr
- O bom pastorAmo andar pelas tard
- Quando me ergui ela dormia, nua…Oxford
- JoséSe coubessem mil coi
- Balada do morto vivoTatiana hoje vou con
- Gostaria de dar-te, namorada…Gostaria de darte na
- A grande vozÉ terrível Senhor Só
- Teu nomeTeu nome Maria Lúcia
- Soneto da mulher ao solA bordo do Andrea C
- De noite para proclamar-se minha escrava…De noite para procla
- RomanzaBranca mulher de olh
- A Santa de SabaráÀ gravadora chilena
- Poema feito para chegar aos ouvidos de Santa TeresaNão quero ir pro inf
- Soneto a Octávio de FariaNão te vira cantar s
- O nascimento do homemI
- Soneto no sessentenário de Rafael AlbertiA luminosa lágrima q
- Não comerei da alface a verde pétalaNão comerei da alfac
- Sonata do amor perdidoLamento n 1
- HimeneuNa cama onde a auror
- ExtensãoEu busquei encontrar
- Soneto de criaçãoRio de Janeiro
- Os bens imóveisMontevidéu
- Ao sono que vence-o…Ao sono que venceo
- A florestaSobre o dorso possan
- Senhor, eu não sou dignoPara que cantarei na
- Valsa do amor de nós doisVem ver o mar
- Soneto de FlorençaFlorença que serenid
- Sacrifício da AuroraUm dia a aurora cheg
- O infinito de LeopardiSempre cara me foi e
- Elegia desesperadaAlguém que me falass
- Soneto a Katherine MansfieldO teu perfume amada
- Azul e brancoConcha e cavalomarin
- A VerlaineEm memória de uma po
- Algumas vezes tem acontecido que estando a amiga…De repente calma e e
- O crocodiloO crocodilo que do N
- Meu pai, dá-me os teus velhos sapatos manchados de terra…Meu pai dáme os teus
- ItaocaSerenamente pousada
- Idade médiaFaze com que tua boc
- Perdoai-me, meus amigos,…Perdoaime meus amigo
- Balada do enterrado vivoNa mais medonha das
- O sacrifício do vinhoParis
- Of God and goldAs gold breeds miser
- Ária para assovioInelutavelmente tu
- O verbo no infinitoSer criado gerarse t
- Provavelmente não virei montado…Provavelmente não vi
- Minha mãe, diz a santa Teresa que quando eu morrer…Minha mãe diz a sant
- Redondilhas a LaranjeirasLaranjeiras pequenin
- A brusca poesia da mulher amada (II)A mulher amada carre
- CarneQue importa se a dis
- Vida e poesiaA lua projetava o se
- RevoltaAlma que sofres pavo
- Deram-me fogo ao gesto terno…Oxford
- Bom dia, tristezaBom dia tristeza
- SacrifícioNum instante foi o s
- Poema na morte de meu compadre Carlos EcheniqueCompadre
- O cemitério na madrugadaÀs cinco da manhã a
- Valsa do bordelLongas piteiras
- Lapa de BandeiraQuinta rima
- Soneto no Sessentenário de Rubem BragaItaguá
- Soneto de quarta-feira de cinzasPor seres quem me fo
- A galinha-d’angolaCoitada
- Poema dos olhos da amadaVinicius de Moraes P
- Cemitério marinhoTal como anjos em de
- Balada da praia do VidigalA lua foi companheir
- Beleza do corpo da amigaAmiga teu corpo é co
- SuspensãoFora de mim fora de
- O falso mendigoMinha mãe manda comp
- Alexandrinos a FlorençaRio de Janeiro
- A máscara da noiteSim essa tarde conhe
- Carta aos purosÓ vós homens sem sol
- Soneto do amor demaisNão já não amo mais
- Pensée de DesespoirSobre a brancura do
- Amor, escuta um segredo…Amor escuta um segre
- PrincípioNa praia sangrenta a
- A última viagem de Jayme OvalleA última viagem de J
- Balada do cavalãoA tarde morre bem ta
- O poeta e a rosaE com direito a pass
- O Margarida’sAD Margarida
- O camelô do amorLos Angeles
- Soneto da madrugadaPensar que já vivi à
- Soneto a Pablo NerudaQuantos caminhos não
- O olhar para trásNem surgisse um olha
- Namorados no mirante *Rio de Janeiro
- A espantosa ode a São Francisco de Assis1
- De sobre ti levanto o meu cadáver…De sobre ti levanto
- O mais-que-perfeitoAh quem me dera irme
- PatéticoEstá ausente Ausente
- AgoniaNo teu grande corpo
- Alexandra, a caçadoraTodos sabemos de cor
- Judeu erranteHei de seguir eterna
- O marimbondoMarimbondo furibundo
- O espectro da rosaJuntemse vermelho
- A legião dos ÚriasQuando a meianoite s
- PescadorPescador onde vais p
- Lopes QuintasA rua onde nasci
- Ode a maioMaio dançarino abre
- História passional, Hollywood, CalifórniaPreliminarmente tele
- A que vem de longeA minha amada veio d
- A focaQuer ver a foca
- A torre escura tem melenas…A torre escura tem m
- Soneto de LondresQue angústia estar s
- Redondilhas para TatiSem ti vivo triste e
- Elegia ao primeiro amigoSeguramente não sou
- O leãoInspirado em William
- Amor nos três pavimentosEu não sei tocar mas
- A quedaTu te abaterás sobre
- A BerlimRio de Janeiro
- LembreteA nunca esquecer as
- InatingívelO que sou eu gritei
- Receita de mulherAs muito feias que m
- Pátria minhaA minha pátria é com
- SursumEu avanço no espaço
- A rosa de HiroximaPensem nas crianças
- Soneto da hora finalSerá assim amiga um
- Soneto do amor totalAmote tanto meu amor
- A mulher na noiteEu fiquei imóvel e n
- Soneto de aniversárioPassemse dias horas
- Jogos e folguedos: Maria MulataAos coros infantis
- A vida vividaQuem sou eu senão um
- Elegia líricaUm dia tendo ouvido
- Olhos mortosAlgum dia esses olho
- MísticoO ar está cheio de m
- A esposaÀs vezes nessas noit
- Soneto de um domingoEm casa há muita paz
- TrechoQuem foi perguntou o
- A hora íntimaQuem pagará o enterr
- Imitação de RilkeAlguém que me espia
- AmorVamos brincar amor v
- Soneto de maioSuavemente Maio se i
- A mulher que passaMeu Deus eu quero a
- Os acrobatasSubamos
- Cartão-postalv
- Amiga minha, hoje no céu a Lua…Amiga minha hoje no
- O gatoCom um lindo salto
- Poema para todas as mulheresNo teu branco seio e
- Soneto a quatro mãoscom Paulo Mendes Cam
- A música das almasLe mal est dans le m
- O escândalo da rosaOh rosa que raivosa
- Vinte anosPela campina as borb
- O mergulhadorE il naufragar mè do
- Medo de amarPetrópolis
- CânticoNão tu não és um son
- EpitáfioAqui jaz o Sol
- FimSerá que cheguei ao
- Balada das arquivistasOh jovens anjos cati
- Balada das meninas de bicicletaMeninas de bicicleta
- Balada de Pedro NavaO anjo e o túmulo
- A morte em mim. Alguém (o medo) desce…A morte em mim Algué
- Natureza humanaCheguei Sinto de nov
- Balada de BotafogoÓ luas de Botafogo
- Soneto à luaPor que tens por que
- Soneto de intimidadeNas tardes de fazend
- O apeloQue te vale minha al
- Quem, quem depois…Abrirá as portas sob
- O outroÀs vezes na hora trê
- A cidade antigaHouve tempo em que a
- Noturnamente – se me lembro!…Noturnamente se me l
- As mulheres ocasHeadpiece filled wit
- Soneto ao invernoInverno doce inverno
- PressentimentoDeixa dormir na tua
- A portaEu sou feita de made
- De madrugada, na alta serra…De madrugada na alta
- Tríptico na morte de Sergei Mikhailovitch EisensteinI
- AllegroSente como vibra
- Poema de NatalPara isso fomos feit
- Na esperança de teus olhosRio de Janeiro
- A morte de meu carneirinhoNão teve flores
- Balanço do filho mortoHomem sentado na cad
- Dois poeminhas com SputnikI
- Soneto do amigoLos Angeles
- Um beijoUm minuto o nosso be
- QuietaçãoNo espaço claro e lo
- Jogo de empurraOs escravos de Gê
- O vale do paraísoQuando vier de novo
- A morte de madrugadaMuerto cayó Federico
- Ah, como eram belos neste instante os ermos marítimos…QuartaFeira da Paixã
- O poetaA vida do poeta tem
- Máscara mortuária de Graciliano RamosFeito só sua máscara
- ReptoVossos olhos raros
- Crepúsculo em New YorkCom um gesto fulgura
- Mensagem a Rubem BragaOs doces montes côni
- Soneto de luz e trevaItapuã
- Lápide de Sinhazinha FerreiraA vida sossega
- O bergantim da auroraVelho conheces por a
- O amor dos homensNa árvore em frente
- Três respostas em face de DeusFamilles je vous hai
- Eu creio na alma…Eu creio na alma
- O poetaOlhos que recolhem
- A brusca poesia da mulher amada (III)Rio de Janeiro
- Canção para a amiga dormindoDorme amiga dorme
- O poeta em trânsito ou o filho pródigoAcordarei as aves qu
- História de almaMeianoite Frio Frio
- Três retratosI
- Que hei de fazer de mim,…Que hei de fazer de
- O rioUma gota de chuva
- O cadafalsoEu caí de joelhos di
- Balada de Di CavalcantiNos sessenta e cinco
- MarinhaNa praia de coisas b
- Soneto na morte de José Arthur da Frota MoreiraCantamos ao nascer o
- Transfiguração da montanhaE uma vez Ele subiu
- Olhe aqui, Mr. Buster *Este poema é dedicad
- A você, com amorO amor é o murmúrio
- Parte, e tú verásParte e tu verás
- Sombra e luzI
- RosárioE eu que era um meni
- A arca de NoéSete em cores de rep
- Soneto da mulher inútilDe tanta graça e de
- A uma mulherQuando a madrugada e
- Soneto da esperaAguardandote amor re
- O poeta Hart Crane suicida-se no marQuando mergulhaste n
- Mensagem à poesiaNão posso
- Balada do manguePobres flores gonocó
- PurificaçãoSenhor logo que eu v
- Antiode à tristezaÓ enfermeira sem som
- Todas as namoradas que eu já tive…Todas as namoradas q
- SonoridadeMeus ouvidos pousam
- Soneto da mulher casualPor não seres aquela
- As abelhasA aaaaaaabelhamestra
- PoéticaDe manhã escureço
- Poema de AuteilA coisa não é bem es
- A partidaQuero irme embora pr
- SolidãoDesesperança das des
- A medida do abismoNão é o grito
- O escravoJai plus de souvenir
- Morro de sede! a minha ânsia…Morro de sede a minh
- Rancho das floresEntre as prendas com
- A você, meu caro Millôr Fernandes…A você meu caro Mill
- Soneto de vésperaQuando chegares e eu
- Balada das lavadeirasLava lava lavadeira
- O risoAquele riso foi o ca
- Bilhete a BaudelairePoeta um pouco à tua
- AcontecimentoHaverá na face de to
- Salta como um fauno puro ou um sapo…Salta como um fauno
- A estrelinha polarOceano Atlântico a b
- Genebra em dezembroCampos de neve e pín
- Meus caros, volta-se porque se tem saudade…Meus caros voltase p
- NatalDe repente o sol rai
- A morteA morte vem de longe
- Sonetinho a PortinariO pintor pequeno
- A paixão da carneEnvolto em toalhas
- O poeta na madrugadaQuando o poeta chego
- Retrato de Maria LúciaTu vens de longe a p
- Feijoada à minha modaAmiga Helena Sangira
- O ônibus Greyhound atravessa o Novo MéxicoTerra seca árvore se
- O prisioneiroEu cerrei brandament
- ÂnsiaNa treva que se fez
- A cachorrinhaMas que amor de cach
- A lenda da maldiçãoA noite viu a crianç
- Soneto com pássaro e aviãoDe O grande desastre
- A rosa desfolhadaTento compor o nosso
- Saudade de Manuel BandeiraNão foste apenas um
- Extremamente circunspecta…Extremamente circuns
- Os quatro elementosI O FOGO
- TatiografiaEm Tati tem Taiti
- Soneto de MontevidéuNão te rias de mim q
- A miragemNão direi que a tua
- Soneto do sóParábola de Malte La
- História do sambaGosto de um samba ch
- A primeira namoradaTu me beijaste Coisa
- 至爱我如此爱你我的心上人请不要
- 电影诗歌浅海里的黑
