Piso uma região selvática:
na antiga terra lasciva, grama.
Conheço este campo selvagem:
é a charneca húngara.
Inclino-me ao solo sagrado:
algo corrói esta terra virgem.
Ei, ervas mergulhando, densas,
no céu: não há cá flores?
Entre raízes de selvagem
vinha, espio da terra a dormente
alma; o cheiro de flores passadas
sobe amorosamente.
Silêncio. Ervas ruins, a grama,
o joio, puxam, iludem, cobrem-me;
e um vento de risos desliza
sobre a grande charneca.
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