De cócoras, agita-se
a framboesa e, em braço
quente, papel dormita,
entufado e grasso.
Pérola, a noite; vista
doce; trançado espesso
folhedo. A bruma vibra,
e meu canto, nos cerros.
Trabalhei sem parar,
como o prado, em sussurros.
O céu, que leve! Já
na oficina está escuro.
Cansado e simples sou,
acaso bom somente;
qual erva tremo, ou
como as estrelas ardentes.
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