Eu sou filho de Gog e Magog,
Já jsem syn Goga i Magoga
contra portas e muros em vão bato,
a tluču marnĕ do zdí, vrat,
sem deixar de vos perguntar:
já ale přesto se vás ptám:
pode-se chorar abaixo dos Cárpatos?
smím pod Karpaty zaplakat?
Vim p'lo célebre caminho de Verecke,
Přišel jsem cestou vereckou,
soa-me inda aos ouvidos velho canto húngaro;
náš starý zpĕv mi v uších zní,
posso irromper de junto a Dévény
smím přes Dĕvin sám prorazit
com cantos novos de tempos novos?
nových dob zpĕvy novými?
Chumbo vertam nos ouvidos fervente,
Ať jsem Vasilem zpívajícím,
eu serei o novo cantor Vazul;
olovem uši zalejte,
não oiça da vida os cantos novos,
ať nov ých zpĕvů neuslyším,
pisem-me rude e cobardemente.
surovĕ po mnĕ šlapejte.
Mas, até lá, chorando entre penas,
Lkám dosud, však bez čekání,
nada esperando, em novas asas voa o canto;
přes stálĕ kletby pusty zlé
e quando Pusztaszer maldiz cem vezes,
na nových křídlech písnĕ letí,
é inda vencedor, e novo, e húngaro.
vítĕzné přesto, maďarské.