Os bardos galesesZoltán Rózsa 译

Velški bardiEnver Čolaković 译


Eduardo de Inglaterra
Kralj Eduard, kralj Engleske
Monta no seu alazão.
Na kulašu sjedi,
«Olha! As terras de Gales
Da pogledam, veli, što mi
Agora que valerão?
Velški posjed vrijedi.

Ima l΄ rijeka, ima l΄ zemlje
Terão rios, solo fértil
I nasmijanih pašnjaka?
E prados florescentes?
Korisno da l΄ zalila ih
Terá sido bem regada
Krv velških junaka?
Pelo sangue dos resistentes?
A i narod, ubog narod,

Je li sretan, maran
E o povo, o bom povo,
Kako želim, kao stoka
Será ele feliz contudo?
Stegnuta pod jaram?
– Como o desejo – como os bois
Veličanstvo, tvojoj kruni
Que ele atrela a seu jugo?»
Vels dijamant znači,

Zemljom, vodom, pašnjacima
«Certo, senhor, tua coroa
Dol i brijeg zrači.
Não tem jóias mais brilhantes
A i narod, ubog narod,
Que seus vales, montes, terras
Tu miran je, Sire!
E os prados verdejantes.
Kolibe mu tihe, šutke,

svud se groblja šire.
E quanto ao povo, o bom povo,
Kralj Eduard, kralj Engleske
É feliz meu bom senhor.
Na kulašu sjedi.
O silêncio em suas choças
Oko njeg muk, ma kud kreće
É disso certo penhor».
Nijem svud se ledi.

Montgomery dvorca ima
Eduardo de Inglaterra
Gde zanoćit htio,
Faz parar seu alazão.
Montgomery, vlasnik dvorca
Silencia toda a gente,
Kralja pogostio.
As terras se calarão.
Divljač, ribe, izobilje,

Oči – usta draže.
Montgomery tem por nome
Sto ih sluga hitro nosi
O forte onde ele parou.
I pred kralja slaže.
Castelão Montgomery
I sve što taj lijep otok
Festa p’ra ele preparou.
Jela, pića ima,

I sva vina pjenušava
«Vão ver quem aqui faz lei»
Vriju među njima.
Rei Eduardo ameaça:
Vi, gospodo!... Što se nitko
«Ao fogo quem me resista.
Zdravicom ne divi?
Dos bardos que acabe a raça!»
Vi, gospodo!... Velške psine!

Nek Eduard ne živi?
Para correr o país,
Divljač, ribe, sve pod nebom
Sem pressa saem arautos,
Što ni snio ne bih
E em forte Montgomery
Vidim, al đavo je svaki
Fundaram os festins lautos.
Plemić sam u sebi.

Vi gospodo! Psi neverni!
Eduardo de Inglaterra
Nek ne živi Eduard?
Esporeia seu alazão,
Gdje je – slavu da otpeva
E por toda Gales agora
Moju – živ velški bard!
Só fogueiras se verão.
Zgledali se vitezovi,

Domaćina gosti;
Cantando vão p’rà fogueira
Na licima, uz strah, bijes
Quinhentos bardos galeses,
Blijede strogosti.
mas nenhum para gritar:
Riječ stade, glas ne pade,
«Viva Eduardo mil vezes!»
Glas u grud svim pao,

Kraj vrata je, bijel golub,
Em Londres lá pelas ruas
Sijed bard ustao.
Que gritos e arruaça!
Ja ću, kralju, tvoja djela
«Que se enforque o seu alcaide
Spjevat i krivice.
Se lá mexe a populaça!»
Ko zvuk mača, cilik plača,

Zatitraša žice.
Tudo no maior sossego,
„Gvožđe cvrči, smrt sve grči,
Nem uma mosca zuniu;
Krv na maču, malju.
Quem falar; cabeça fora;
Miris krvi, jad i strvi
E o sono do Rei fugiu.
To nam dade, kralju!

Tisuć ljudi pobijeno,
«Soem pífaros, clarins,
Uništeno, svelo;
E mil tambores a rufar.
Živi plačuć mrtve žale,
Para do festim de Gales
Kralju, tvoje djelo!“
Seus malefícios calar.»
Na lomaču! – tvrdo viče

Zapovijed Eduard –
Mas por cima de clarins
Ha! Blaža nem pjesma treba!
E tambores, trombetas a rugir,
Tad uđe mladi bard.
A voz plena cantam os quinhentos
„Blag sve bliže vjetar stiže
E a gesta dos mártires faz-se ouvir!
Od Milforda amo,

Plač djevica, udovica,
Caça, carnes, vinhos, peixes,
Što ga dobro znamo!
E mil outros bons bocados
Ne dojite djacu, majke,
Levam cem criados mudos
Robovanju, plaču!...“
Esmagados sob os seus fardos.
Kralj već mahnu. I mladi bard

Stiže na lomaču.
O que as belas terras dão
Al sabrano i nezvano
Da carne mais delicada,
Hrabro stupa treći:
Do melhor vinho estrangeiro
Pjesmu snažno i odvažno
A pipa descarregada…
Nastavlja o sreći:

„U boju su pali snažni,
Senhores, senhores p’ra me honrar
Al nek zna Eduard,
Já não há cantos de bardo,
Ime njegovo u Velsu
Ai senhores, ai cães galeses
U Velsu neće bard.
Não há um viva Eduardo?
Uspomenom lutnje plaču,

Nek čuje Eduard,
Caça e peixe são à farta
Prokletsvo mu pjevat može
De tudo os melhores primores
Tek svaki velški bard.
Me dão todos os senhores
To da vidim! – I zapovijed
Que não passam de traidores.
Strašnija od mača

Pade: spalit neće l΄ hvalit
Senhores, estafermos malditos,
Svakog ću pjevača!
Ninguém que cante Eduardo?
Razletješe svud se sluge
Ninguém grita «viva o Rei»?
po državi širom.
Depressa já galês bardo!»
U Montgomeryju gozba

Strašnim svrši pirom.
Em espanto se entreolham
 Kralj Eduard, kralj Engleske,
Os paladinos presentes,
Na kulašu juri.
Não de medo mas de fúria,
Oko njega nebo gori,
Rostos brancos, transparentes.
A krvnik se žuri.

I petstoti pjevajući
Sem palavra, a voz estrangulada,
Sagorje velški bard,
Suspenso o próprio respirar,
Ali ni jedan ne htje reći:
Porta aberta; branca ave,
Nek živi Eduard!
Velho bardo – vem a entrar.
Što zuji, haj?... Zar noćni pjev

Cestama londonskim?
«Tua gesta e altos feitos
Lordmajora nek probude,
Ó rei hei-de eu cantar!»
Jer ne mogu da spim!
Choros, gritos, armas rugem
Nijemi mir, ni muhe let
E ele começa a cantar:
Ne čuje se u dalj.

„Glavu gubi tko šapne što,
«Choros, gritos, armas rugem,
Ne može spavat kralj.“
Sangue feras bebem na represa,
Bubnjeve; haj! Svirale daj!
Lago de sangue onde o sol se apaga,
nek zvuk otjera
Isto é, ó Rei, tua proeza!
Iz uha mog, jer zuji svud

Velška mi večera.
Ceifados, aos molhos atados,
Ah, nadviče bubnjeva zvuk
Milhares de galeses fazem história.
Užasnih strava roj,
Chorando, os que ficaram ceifam.
Pet stotina peva na glas
Eis teus feitos, Rei, tua glória!»
Svoj mučenički poj.

«À fogueira por teu rude canto!»
Diz Eduardo, «Bem!
Preciso um canto mais doce»,
E um jovem bardo vem.

«Oh como é doce ao entardecer
No golfo de Milford o vento a soprar!
Mas de virgens e viúvas bem mais forte,
Ouvimos seu carpir clamar.

Virgens, não gereis mais servos!
Não mais alimenteis filhos, mães fagueiras…
Um sinal, e ao velho encanecido
O jovem bardo segue p’rà fogueira.

Logo, um não convidado
Chegou cheio de ousadia,
E suas cordas afinando,
Balada sua dizia:

«Caiu na batalha o Maior…
Ó Rei, meu canto escutai,
P’rá celebrar os teus feitos,
Bardo galês não há mais!

Chora a toda hora seu lembrar –
Ouvi bem. Ó Rei, ouvi! –
O canto dos bardos lançará apenas
Vergonha, horror sobre ti».


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