Quem te abrirá – se é que alguém abrirá –
A porta escondida do apaziguamento?
Uma motorcicleta, a luz do seu clarão azul...
Vibrando ela atravessa um sombrio parque.
Nessa noite, não me abandones.
Vem até mim, em segredim razão!
Entre os montes, o clarão azul de um farol,
vem de onde, vai para onde?
Para quê as perguntas?
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